Desde sempre uma tendência para gostar da leitura e escrita e, por essa razão, a opção da área das Humanidades, antes de enveredar no curso de Psicologia. Licenciada em Psicologia, tendo-me focado, nos últimos dois anos de formação académica, nas áreas da prevenção da doença e promoção da saúde das pessoas (física e psicológica). A saúde, em paralelo com os temas ligados às áreas do comportamento social e em grupo eram áreas de interesse.

Quando terminei a formação académica, há 10 anos, comecei a dar consultas de Psicologia a tempo parcial e, depois, fui trabalhar para uma equipa multidisciplinar de intervenção social, onde ainda desempenho funções. E é nesta equipa onde mais tenho crescido, como pessoal e como profissional, no trabalho de planificação de projetos de vida com e para as pessoas, definido, juntamente com o grupo de trabalho, os objetivos a atingir em diversas áreas (saúde, emprego/formação, social e sociorelacional...). Foi também a partir deste trabalho que surgiram e têm surgido outros projetos, ligados à formação (dar formação a públicos específicos), que incluem na sua estrutura promover competências pessoais e interpessoais, partindo do autoconhecimento.

O tema do autoconhecimento

– conhecer-me a mim mesma, procurar entender os meus pontos fortes e fracos foi algo que sempre acompanhou o meu percurso académico. E o tema começou por me interessar a esse nível: conhecer-ME. Enquanto estudei tive que passar por várias escolas, naturalmente com novos desafios: diferentes contextos e tipos de pessoas. E, portanto, tive sempre necessidade de me adaptar a diferentes grupos e pessoas e, como inicialmente era uma criança/jovem bastante tímida, tinha esta procura por superar-me, inverter essa timidez. E foi interagindo, ultrapassando alguns obstáculos e aprendendo com outras pessoas, algumas mais extrovertidas, que foi aprendendo a ser mais aberta e interativa com as pessoas, numa logica de dar mas também de ir recebendo: recebendo essa aprendizagem.  Os anos foram passando e este interesse por grupos, a interação entre mim e as diferentes formas de ser e de estar continuaram a entusiasmar-me, enquanto área de conhecimento e de saber.  E vejo, hoje em dia, uma grande dificuldade das pessoas em lidarem com outras pessoas. Somos seres sociais, mas o diferente, o que não entendemos por ser diferente de nós, na forma de ser e de estar, está na base de muitos conflitos, desgaste de relacionamentos e, se por vezes, se contínuo, com grande impacto na nossa vida pessoal, profissional e até na saúde psicológica.  Então, a minha vida e o percurso que tenho tido tem-me mostrado que é possível melhorarmos os nossos relacionamentos interpessoais, e sermos mais felizes, adotando comportamentos e práticas muito concretas, que o coaching nos ensina. Muitas destas estratégias e ferramentas, adquiri-as na certificação em coaching, em 2014, que classifico como um momento de viragem, em que o meu interesse e paixão pela área se intensificou.

Objectivos

O meu objetivo é contribuir para que as pessoas melhorem a qualidade dos seus relacionamentos interpessoais, seja em contexto formal, como no trabalho, como informal: colegas e familiares, com recurso a técnicas e ferramentas de coaching que descompliquem, acima de tudo, os relacionamentos mais difíceis.

  • Começar pela realidade, por si próprio: o que me define? O que me faz feliz? Que qualidades devo manter e as que devo aperfeiçoar?
  • Que valores aprecio no outro? Que condições preciso para manter um bom relacionamento e quais as razões?
  • O que está na base do conflito? que erros de comunicação existem e como ultrapassá-los?
  • Que tipo de pessoas existem? Como me relacionar com diferentes tipos de pessoas
 

Quem são as pessoas que precisam melhorar esses relacionamentos e que tipo de problemas poderão apresentar?

A abordagem do coaching ligada à vida interpessoal e ao relacionamento com as outras pessoas pode ser aplicado ao contexto pessoal – entre amigos, irmãos, grupos e associações e também ao profissional – relações com colegas, chefias e clientes. E é certo que quando as relações se vão intensificando de forma cada vez mais negativa, numa destas esferas, afetam invariavelmente a outra.

- Pessoas que vão trabalhar e absorvem energia negativa – críticas, tentativas de amedrontar ou de prejudicar. E com isso prejudicam a concentração e o desempenho no trabalho.

- Pais e filhos com personalidades diferentes, que não conseguem manter relacionamento estável porque apresentam visões e formas de pensar diferentes ao longo da vida. Cria afastamento, tensão, ansiedade, com reflexo na vida pessoal.

 

Porque é que estas pessoas ainda não resolveram o problema?

Tal como não podemos mudar o que nos acontece, também não podemos mudar a outra pessoa, mas podemos mudar a nossa atitude perante ela; mudar a perspetiva sobre as suas ações. É preciso mudar os nossos pensamentos, as nossas crenças, para que o comportamento e a atitude perante o outro mude. Para isso, as crenças limitadoras – de que “só me acontece a mim”, “e que não vou sair deste relacionamento que me faz mal” deverão ser transformadas em positivas, aumentando as possibilidades de crescimento, de entendimento do outro. Só depois é possível definir objetivos que partam de nós, de dentro para fora, para assumirmos o controlo da nossa mudança. E dar pequenos passos todos os dias para atingir o que pretende. A vida é feita de relacionamentos, connosco e com os outros.

E é possível comunicar com diferentes tipos de pessoas, desde que a nossa comunicação interna (connosco) fique mais percetível.

A maioria das pessoas que não se sentem felizes vivem os objetivos de topo (“quero sentir-me bem”, “não me quero afetar”, sem se focar nos objetivos pequenos, diários, do que quer e pode fazer para melhorar essa interação ou aceitação.

 

A Raquel é descomplicadora de relacionamentos e está disponível para conversar contigo, gratuitamente, para te ajudar a ter relacionamentos mais saudáveis e produtivos.

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