caminhandoCom alguma frequência me perguntam, qual é a relação entre o coaching e a meditação. Será que são compatíveis?

Obviamente que penso que sim. Mas para compreender a fundo, temos que nos centrar antes demais nos conceitos, amplamente difundidos, mas que caem quase sempre no mal-entendido e na má interpretação.

Há muito quem pense na meditação como algo espiritual, fonte de conexão com outras frequências energéticas, quase metafisico. Outros acreditam que se baseia na ausência de pensamento. E também há muito quem pense no coaching como uma ferramenta de alto desempenho, centrada nos resultados e na alta performance.

Estes conceitos estão errados. 

Afinal, o que é a meditação?

A palavra “meditação” pode assumir diferentes significados, consoante o contexto cultural em que é usada. Para algumas pessoas meditar pode ser “pensar sobre alguma coisa” para outras pode ser uma forma de conexão com o “eu interior” ou com o “divino”. Há quem utilize a meditação para utilizar determinados estados na mente. Para outos ainda, a meditação é um estado de vazio mental ou de ausência de pensamento.

Nas escolas contemplativas, utilizadas em muitas práticas ancestrais, a meditação é um exercício que visa a contemplação da realidade, tal como ela é, num determinado momento, com o objetivo de alcançar um estado de equanimidade, ou seja, um estado em que ultrapassamos a reatividade da nossa mente ao que nos rodeia. Um estado em que é possível ver claramente.

Para alcançar a equanimidade é preciso muito treino. Esse treino começa no relaxamento, segue pela concentração com vista à atenção plena, mergulhada no momento presente. No “aqui” e no “agora”.

É mergulhando no presente que podemos compreender a vida no momento em que ela realmente está a acontecer.

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