A biodanza é a conexão com o seu eu mais íntimo através da dança, da música, do canto e do convívio. Promove a completa expressão da nossa natureza, das nossas emoções e sensações, a cumplicidade com o outro e o seu mundo num continuum de unidade com o todo.

 

 

 

 

Pelas palavras do seu criador, o chileno Rolando Toro, biodanza é “a poética do encontro humano”.

O seguinte vídeo torna mais claro em que consiste este método de encontro consigo, com o outro e com o todo.

 

Será que dançar está apenas ao alcance de uns poucos?

O que é que este tipo de dança lhe pode proporcionar de novo?

A prática desta atividade implica esforço e uma pesada carga horária?

O vídeo seguinte pretende responder a estas e outras perguntas aos curiosos sobre este tipo de dança que conta com um crescente número de adeptos nos últimos anos.

 

Este sistema é baseado em danças e exercícios desenhados a partir dos gestos naturais do corpo humano, sendo que existem programas específicos para fins determinados, podendo a pessoa escolher mediante as suas pretensões: estimular emoções específicas, promoção de saúde e bem-estar, sexualidade e erotismo, comunicação e criatividade, unidade e transcendência.

O conceito de biodanza põe de lado qualquer tipo de repressão, seja ela de cariz moral ou psicológico, dando asas ao nosso lado mais escondido, aquele que nem sabemos que temos e do qual necessitamos de tomar conhecimento para que possamos despertar todos os nossos dons e talentos e libertar os nossos bloqueios.

O movimento e a música sempre foram agentes muito importantes no contacto com o nosso subconsciente e muito úteis a quem deseja conhecer-se completamente.

Uma maior consciência de nós próprios, torna-nos mais responsáveis, pois sabemos que as nossas ações não são inócuas, ganhando o outro um papel mais significativo nas nossas vidas. Ao bem-estar pessoal é adicionada a preocupação com o bem-estar do nosso próximo, pois a felicidade plena depende de que todos sejam felizes

A abordagem da biodanza, entre o artístico e o biológico, ensina-nos uma nova visão sobre o nosso corpo e como este se exprime quando não está sujeito a condicionalismos, julgamentos e críticas.

Essa aprendizagem reprograma a nossa forma de pensar e instala-se como padrão tornando a pessoa mais confiante no seu papel, destrói medos e receios, fortalece a comunicação, a criatividade e vitalidade, tem um efeito estabilizador ao nível orgânico, aumenta os níveis de alegria, o grau de intimidade com o nosso corpo e a empatia, em resumo, ficamos livres para vivermos as nossas vidas com o mais alto nível de gratificação e serenidade dentro de um clima de pertença.