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polo verde 250

Emanuel Almeida
fundador da metta.pt

Já foi há muitos anos que percebi que o conhecimento é a maior fonte de poder da atualidade. Ele tem a capacidade de nos fazer ser mais produtivos, mais equilibrados, mais assertivos, mais envolvidos e mais satisfeitos com a vida de uma forma generalizada.

A metta.pt nasceu precisamente para ajudar as pessoas a vencer o sofrimento causado pela falta de conhecimento, também conhecida como ignorância.

Desde há muitos anos que percebi que o conhecimento é a maior fonte de poder da atualidade. Ele tem a capacidade de nos fazer ser mais produtivos, mais equilibrados, mais assertivos, mais envolvidos e mais satisfeitos com a vida de uma forma generelizada.

Há 4 níveis, 4 etapas para subir no que respeita ao conhecimento.

Num primeiro nível, em que estão infelizmente a grande maioria das pessoas, é aquilo a que chamamos de ignorância inconsciente. A pessoa sabe o que sabe e pensa que o que sabe é tudo o que existe e que por isso não é necessário aprender nada mais. Este estado é particularmente perigoso porque alimenta um ciclo de perpetuação da ignorância. Pode ser inglório dizer a uma pessoa que esteja neste estado que pode haver outras coisas interessantes que desconheça, outras formas de fazer e de ser que poderão resultar melhor para a resolução dos seus problemas práticos do dia-a-dia e para a construção da sua felicidade. Acha que sabe tudo (e sim, sabe tudo o que sabe, mas ignora completamente tudo o que não sabe). Reconhece-se facilmente porque é uma pessoa que se vitimiza, tem um discurso destrutista, reclama com tudo e com todos e procura sempre culpados para a sua insatisfação com a vida.

O segundo nível é de ignorância consciente. A pessoa reconhece que pode haver muitas coisas que não sabe e ás vezes admite que o conhecimento certo pode trazer a resolução dos seus problemas. Quanto maior é o nosso conhecimento, maior é a nossa capacidade de análise objetiva da realidade e a nossa capacidade de construir uma perceção realista dos cenários e nas circunstâncias que encontramos. Este nível é excelente porque nos abrimos à aprendizagem e com ela a uma nova forma de compreensão da realidade: e quanto melhor for a nossa compreensão e perceção das circunstâncias, maior será a nossa capacidade de decidir em função daquilo que realmente queremos.

O terceiro nível é o do conhecimento consciente. Aqui a pessoa já efetuou uma série de aprendizagens e conseguiu adquirir uma série de conhecimentos específicos que permitem ter uma melhor perceção da realidade e com isso tomar melhores decisões, orientadas às questões práticas do dia-a-dia, mas ainda tem que fazer algum esforço para conseguir organizar, sistematizar e utilizar informações úteis para construir uma vida mais produtiva e mais plena de significado.

O quarto nível é o da competência inconsciente, o nível da verdadeira sabedoria. Neste nível, a pessoa integra facilmente os conhecimentos adquiridos, relaciona-os e é capaz de os adaptar automaticamente a múltiplos cenários. Com isto consegue ter uma compreensão mais abrangente do mundo que a rodeia e consegue encontrar sempre soluções, quaisquer que sejam os problemas. Além disso, caminha de forma segura, inspirada e inspiradora em direção aos seus ideias, aos seus propósitos. É uma pessoa sempre satisfeita com a vida e reconhece-se pelo ar seguro, tranquilo e pela felicidade que irradia e que contagia todos os que as rodeiam.

Estes degraus são aplicáveis a todas as pessoas e a todas as áreas do conhecimento. Cada pessoa valoriza mais umas áreas do que as outras e ainda bem que é assim; deste modo podemos crescer e evoluir – enquanto sociedade. Vivemos de partilhas e de responsabilidades partilhadas.

Todos temos a missão de nos desenvolvermos enquanto humanos.

Sejam quais forem os nossos interesses particulares, há sempre possibilidades de vencer a ignorância e o sofrimento que ela reboca.

Agora é uma questão de exame de consciência e de escolha. Em que nível estás, em que nível queres estar?

Se estás no primeiro nível deves estar a contorcer-te todo(a) e a dizer que este texto não faz sentido e seguramente foi escrito por alguém que ignora as tuas circunstâncias particulares, porque se as conhecesse teria pena de ti e saberia que não é bem assim. Se estás neste nível queria felicitar-te por teres lido até aqui. É um sinal de que estás a começar a despertar. Estás a ficar preparado(a) para dar o salto.

Se estás no segundo e no terceiro nível, estamos prontos para arregaçar as mangas contigo e para trabalhar na aquisição de competências de que precisas. Seja através dos processos individuais de coaching – nos quais podemos compreender o que precisas de saber e criar caminhos para que possas adquirir essas competências, seja através das nossas formações especializadas.

Se estás no quarto nível, o da sabedoria, precisamos de ti. Estamos a preparar-nos para te poder ajudar e espalhar esse conhecimento para outras pessoas, que com podem libertar-se o sofrimento causado pela ignorância. Vamos falar sobre como podes partilhar e inspirar outras pessoas?

Uma vez compreendido que teu o sucesso (seja lá o que ele significar para ti) é um resultado do somatório da tua atitude com as tuas competências, estamos prontos para te receber e para te ajudar a assumir o seu Poder de construir liberdade, significado e felicidade.

Estão feitos os desafios. Agora já só depende de ti.

Temos uma vasta agenda de formações de coaching e de meditação que podes conhecer clicando aqui.

Se preferires começar com uma conversa para compreenderes como te podemos ajudar, clica aqui e marca uma sessão de coaching gratuita. Agora já estou disponível todos os dias, presencialmente (no Porto, em Gaia ou em Sobreira-Paredes) e também online. A primeira sessão é sempre grátis e por isso não há nada a perder.

Estamos juntos para mudar o teu mundo.

Abraço e muita metta

alone

Todos somos únicos, exclusivos. De certa forma.

Mas na verdade, existem métodos de avaliação da personalidade tão poderosos que podem até prever o nosso comportamento em determinadas situações que ainda não aconteceram.

Clica nesta ligação e conhece aquela que é talvez a ferramenta mais eficaz de classificação de personalidade. É a melhor forma que existe para te conheceres realmente um pouco mellhor.

Pensas que não tens manual de instruções?

Até pode ser, mas acredita que existem formas de saber exatamente quem tu és e de prever o teu comportamento em diferentes situações. 

Este método é utilizado por psicólogos de todo o mundo quando querem saber mais sobre as pessoas. Sabes aqueles questionários inofensivos – que às vezes até te parecem idiotas – que fazes nas entrevistas de emprego ou nos testes psicotécnicos? Pois… na realidade permitem saber muito, mas mesmo muito sobre ti. Ah, e não adianta tentar mentir, senão vão-te apanhar e classificar como “mentiroso”, o que não é nada agradável nem positivo!

Existem vários métodos, mas a que te vamos falar hoje é do MBTI®. Este método deriva do trabalho de Carl Jung, popularizado com o livro “Tipos psicológicos”. Nele, o psicólogo suíço, discípulo e contemporâneo de Freud, classifica 12 tipos de personalidade distintos. Duas psicólogas americanas fizeram uns ajustes e nasceu este verdadeiro catálogo de personalidades.

Queres saber qual é o teu tipo de personalidade?

Faz o teste neste link!

É um questionário fácil. Recomendamos que respondas com a maior honestidade possível. Depois de algumas perguntas vai surgir o resultado. Não te assustes! Aquela malta não te conhece e, portanto, não há como saber “daqueles segredos” sobre ti. É apenas um teste! Muito fiável, por sinal, mas apenas um teste. Podem aparecer nos resultados descrições sobre ti tão realistas, que vais querer que ninguém saiba! Mas tu não podes deixar de saber.

Anota o código de 4+1 letras que vão aparecer no final. Ele é a chave da tua personalidade. Podes pesquisar na net sobre ele e descobrir coisas sobre ti que nem mesmo tu sabias. Acredita. Vale muito a pena!

 

emanuel como comeceiEm tempos foi-me diagnosticada uma depressão e não estava fácil encontrar uma cura. Ao fim de alguns anos de tratamentos, um psiquiatra disse-me que eu não tinha depressão nenhuma, apenas tinha que aprender a viver com a minha própria personalidade.

Estas palavras foram o grande mote para um processo de busca por mim mesmo. Queria conhecer-me melhor. Queria transformar-me numa pessoa melhor. Esta busca por auto-conhecimento e por desenvolvimento pessoal levou-me à inscrição no curso de ciências sociais na Universidade Aberta. Mas não encontrei respostas práticas. Aprendi muitas coisa úteis, mas não encontrei resposta às minhas grandes perguntas: Quem sou eu? O que faço aqui? Como posso ser melhor? E como posso deixar este mundo melhor do que encontrei?

Comecei então a procurar ferramentas mais práticas que me pudessem ajudar a construir uma perspetiva mais abrangente das minhas questões. 

Estive um ano a viver sozinho num hotel em Évora. que é uma cidade muito bonita, mas não oferece muitas possibilidades de diversão. Esse período de imensa solidão descobri num texto do Osho, a solitude, que é basicamente aprender a fazermos companhia a nós próprios. E comecei a meditar. Com videos do YouTube, inspirados nas filosofias do Osho e da Loiuse Hay. Comecei a comprar livros, muitos livros. Quando voltei ao Porto inscrevi-me em tudo o que era formação de desenvolvimento pessoal que encontrei. Fiz vários cursos de meditação, presenciais e online, comecei a participar em retiros de várias correntes filosóficas. Nessa altura comecei a pensar na experiência de ir viver para uma aldeia auto-sustentável para conseguir ter uma vida mais tranquila. Comentei com uma mentora e amiga esta minha ideia e ela perguntou-me como poderia promover alguma mudança neste mundo, se me retirasse dele. Será que fugir do mundo me resolveria problemas que afinal estão só em mim?

A pergunta caiu fundo. De facto, não podia. Para poder transformar o mundo, teria que me transformar a mim mesmo. A mudança é uma porta que só se abre por dentro.

E compreendi que teria e que podia ser muito prático, mas que não havia nada mais prático do que boas teorias. Fiz um plano de desenvolvimento pessoal. Fiz formação em filosofias clássicas, budismo, vários cursos na área da psicologia e psicologia social, programação neuro linguística e certifiquei-me em coaching.

caminhando2

O meu caminho abriu-se. E este processo foi tão significativo para mim, que achei que teria que o partilhar com outras pessoas. Por outro lado, como senti que era preciso um esforço financeiro elevado para avançar com este processo, percebi a necessidade de criar uma forma de disponibilizar estas ferramentas de forma mais acessível.

Há 3 anos, quando soube que esperava um filho, senti que tinha que avançar. Embora tivesse um emprego estável, de que eu gostava e no qual me sentia reconhecido e valorizado, tinha que partilhar o meu processo com outras pessoas. Registei o domínio metta.pt e comecei a dinamizar actividades, nomeadamente tertúlias, formações em coaching e meditação. Há umas semanas sai da empresa onde trabalhava e resolvi dedicar-me a 100% a este projecto.

ama teO slogan da metta.pt é muito mais do que um mero conjunto de palavras giras, que se encaixam bem umas com as outras.

Na realidade trata-te de uma metodologia de trabalho, que orienta os nossos processos de coaching, os nossos cursos de meditação e muito mais.

Como sabes, acreditamos no amor e tudo o que fazemos é para que as pessoas se possam amar mais umas às outras. O amor não é um mero sentimentalismo. É um conjunto de factores muito práticos.

Neste artigo do nosso site, podes descobrir a definição mais inteligente e racional que se conhece sobre o amor e a forma como ela orienta o nosso trabalho.

Desde sempre que poetas, escritores e filósofos tentam sem sucesso definir o amor, mas a mesma qualtidade de vezes – ou talvez mais –  o consideraram como indefinível.

Para melhor compreender este artigo é melhor desde lembrar que quando falamos de amor falamos de uma multiplicidade de sentimentos distintos, como o amor romântico, o amor materno, o amor fraterno, etc..

Num valioso contributo às ciências sociais, o psicólogo norte-americano Robert J. Sternberg define 3 pilares fundamentais do amor: intimidade, paixão e compromisso. É a estrutura triangular do amor.

Segundo este cientista, que atualmente leciona numa universidade alemã, basta um dos pilares para que se possa falar de “amor”, sendo que este se transfigura à medida que se vai articulando com outros pilares. Por exemplo, um amor só com paixão é um amor fugaz, condenado à rápida extinção, senão for capaz de se conjugar com a intimidade ou com o compromisso.

Quando há uma grande intimidade, podemos estar a falar de um relacionamento entre duas pessoas que se compreendem mutuamente, como numa amizade, que pode também assimilar o compromisso. Este companheirismo amoroso também se encontra frequentemente em uniões duradouras, em que a paixão se extinguiu, mas os vínculos profundos permanecem.

Também há o amor vazio, que se sustenta apenas do compromisso.

Mas a mais bonita de todas as formas do amor é quando se combinam a totalidade dos compotentes: o amor pleno.

A grande missão da metta.pt é a disseminação do amor bondade, quer dizer, a promoção da bondade nas relações intra e interpessoais.

Acreditamos que só é possível entendermo-nos plenamente uns com os outros de primariamente nos entendermos connosco mesmos, daí que o objectivo primordial do nosso projeto é a promoção do pleno-amor-próprio, ou seja, que se revista de “auto-intimidade, auto-paixão e auto-compromisso”. E é neste triângulo de palavras – que nem sequer ainda existem em português que nasce o método de transformação pessoal utilizado na metta.pt, que se reflete no nosso slogan ama-te | inspira-te | supera-te

ama-te

Tudo começa com a intimidade: para tanto precisamos de nos perdoar, de nos aceitar tal como somos, de assumir as nossas falhas, os nossos erros, as nossas incapacidades, as nossas características menos positivas. Algumas teremos que mudar, outras não. Só assim podemos criar condições para nos aproximarmos tanto do nosso “eu” para que seja possível implementar mudanças profundas na nossa forma de estar e de ser.

É urgente desistir de lutar contra nós mesmos e começar a sermos os nossos melhores amigos. Aceitar a nossa condição atual é o ponto de partida mais sólido e firme para uma viagem maravilhosa de transformação interior.

Se não dermos este passo fundamental, quando nos tentarmos observar vamos congelar, vamos lutar contra nós próprios ou vamos desviar o pensamento para outra coisa qualquer.

O amor começa pela aceitação plena do que é e do que está, porque só assim é possível criar verdadeira intimidade.

inspira-te

Uma vez resolvidas as questões de autoaceitação e depois de termos criado uma verdadeira intimidade connosco próprios, seremos capazes de descobrir e resgatar o nosso propósito de vida, que muitas vezes está subterrado debaixo da nossa tentativa de agradar aos outros (sobretudo quando não nos agradamos a nós mesmos).

É normalmente por isso que não assumimos que tantas vezes o nosso propósito de vida é algo muito simples. Pensamos sempre em algo glorioso e grandioso, capaz de impressionar o mundo inteiro. E não tem que ser assim.

O maior propósito de vida é despirmo-nos de preconceitos e sermos nós mesmos. O propósito de vida não é um destino nem uma tarefa: é a própria vida e a forma de estar nela. E é a nossa forma de estar na vida que vai despertar as paixões mais profundas. Assim é inevitável encontrar e assumir algo pelo qual valha realmente a pena viver.

supera-te

A maior de todas as lealdades é a de ser fiel aos nossos princípios, aos nossos próprios valores, à nossa forma de ser e de estar. É interessante que quando assumimos frontalmente a nossa forma de ser - a nossa necessidade de fazer crescer o que verdadeiramente nos apaixona - e nos comprometemos profundamente com ela fica fácil encontrar o que fazer, como fazer e como fazer. E todas as coisas de que precisamos – incluindo as materiais – surgem naturalmente.

alone

A grande origem de todos os problemas do nosso mundo é a falta de amor próprio.

Por isso o slogan da metta tem 3 palavras:

ama-te, que implica também auto-aceitação;

inspira-te, procura dentro de ti aquilo que verdadeiramente te inspira que não pode ser muito diferente do teu propósito de vida, aquilo que tu valorizas e tu sabes o que é – não me digas que não sabes, porque eu sei que tu sabes.

E supera-te, porque uma vez descoberto e assumido o teu propósito de vida, tem coragem de o pôr em prática enquanto isto não acaba. Porque um dia a vida vai acabar e vais ter a oportunidade de olhar para trás por breves segundos e analisar a vida que tu viveste. E quem passou por essa experiencia e depois voltou diz que muito rapidamente passam muitas imagens.

A grande responsabilidade

Temos a capacidade hoje de começar a decidir quais as imagens que vão passar no dia do fim.

É uma decisão nossa.

Já não adianta sacudir a água do capote, porque depois disto é uma responsabilidade de cada um de nós assumir a responsabilidade de saber que historia é que queremos contar no tal juízo final.

Que história queres ter para contar?

serenidadeHoje vamos falar um bocadinho sobre a paz. E sobre a guerra.

A guerra acontece por várias razões. Ou a ausência de paz acontece por várias razões.

Buda dizia que eram 3 as razoes que nos levavam a não estar em paz:

- A raiva;

- A ganância;

- A ignorância. 

Então, mas há outra razão pela qual temos conflitos. Porque a verdade é que a guerra não é uma coisa longínqua.

Todos nós temos as nossas guerrinhas de estimação. A má noticia é que vai piorar. Na realidade é que, se repararmos, a vida é uma experiência cada vez mais personalizada: Cada um de nós tem a possibilidade e a oportunidade de escolher o que tomou ao pequeno-almoço. Teve a oportunidade de escolher aquilo que vestiu hoje. Teve a oportunidade de decidir o que é que ia fazer hoje. Teve a possibilidade de decidir o que é que almoçou hoje. Também tivemos a possibilidade de decidir qual é o telemóvel que temos no bolso, qual é a carteira que usamos. É tudo feito por medida, é tudo personalizado.

Então, como nós achamos sempre que somos o centro do universo, tentamos impor ao outro o nosso ponto de vista e as nossas próprias escolhas, porque o nosso ponto de vista é o que está mais certo, é o que está mais correto. E então o outro deve obedecer a este ponto de vista, deve seguir este ponto de vista, porque é o que faz sentido.(?) O problema é que o outro também tem o seu próprio ponto de vista e o direito às suas próprias escolhas. 

A forma mais autêntica de terminar com estas guerrilhas é aceitarmos os outros como eles são. Mas a realidade é que nos não fazemos isso, porque não nos aceitamos a nós próprios como nós somos. Nós não somos capazes de acolher o nosso lado sombra. Passamos mais tempo a ver os nossos defeitos, a lamentar as nossas faltas, do que a valorizar as nossas qualidades. E por isso é que também fazemos isso em relação aos outros. Estamos constantemente a apontar o dedo às faltas e esquecemo-nos constantemente de sublinhar as qualidades que todos nós temos. Acolher esta totalidade é a via para a paz. Para a verdadeira paz interior e individual. A via para a paz colectiva.

Já todos nós fomos magoados por várias pessoas ao longo da vida, inclusivamente por pessoas que amamos e a quem queremos bem.
 
Pode ser na sequência de um mal entendido, de uma disputa ou de uma discussão, mas há mágoas que ficam profundamente marcadas no nosso coração e na nossa mente.
 
Além da raiva, do ódio, da separação, surge muitas vezes o ressentimento e o prolongamento da dor parece não ter um fim. Até pode ficar adormecido, mas pronto a causar intenso sofrimento se despertado por uma simples recordação. Alguns teóricos especulam que este ressentimento pode somatizar-se no organismo e estar na origem de doenças e patologias graves, que muitas vezes causam a morte após um período lento e doloroso. 
 
Há ainda situações em que respondemos à falta do outro com uma nova falta - como se esta fosse desculpável e legítima - criando uma violenta espiral de dor e de sofrimento com resultados inevitavelmente catastróficos.
 
Perdoar surge como necessidade inalienável, não apenas para libertar o outro da falta cometida para connosco ou para alguém que nos está próximo, mas sobretudo para nos libertarmos a nós próprios do ciclo de dor, de sofrimento e de vingança. E é uma necessidade absoluta, independentemente de quem nos magoou, do seu eventual arrependimento e da falta praticada.
centro de recursos slim
 
downloadTemos todo o prazer em disponibilizar para ti este centro de recursos, onde podes encontrar uma série de ferramentas que te podem ser úteis, gratuitamente.
 
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