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por Emanuel Almeida

Há por ai muitas fórmulas mágicas de transformação da realidade, que nos levam a crer que somos bem idiotas porque afinal a solução dos nossos problemas está ao dispor de um simples estalar de dedos e de uma simples mudança de comportamento – tipo botão mágico - com a qual podemos começar a ser estupidamente felizes e a alcançar tudo o que desejamos.

4 passos, 7 passos, 9 passos… faz isto e vais ser feliz.

E todos sabemos que não é bem assim. E tudo começa pela própria conceptualização do que é afinal “ser feliz”.

Todos gostaríamos de mudar algo, mas todos receamos que o fruto dessa mudança seja de facto menos bom do que o que gostaríamos de produzir e que nos faça perder o que de positivo existe à partida. E as fórmulas mágicas parecem mais direcionadas a pessoas sem história, sem passado, sem sentimentos, sem limitações circunstanciais e ambientais, com uma visão muito distorcida do que é a vida e que relacionam a felicidade com a obtenção instantânea de determinado estado ou, pior, de determinado objeto.

A vida seria então um prazer continuo isento de dor e de sofrimento; as aprendizagens limitar-se-iam a um conjunto de regras e de doutrinas que deixariam o ser humano em êxtase vitalício. Acho que já dei para esse peditório.

Há tantos e tantos exemplos de pessoas “bem-sucedidas” que se suicidam. Talvez porque tenham compreendido que ao correr atrás de fórmulas de felicidade obtiveram a satisfação de todas as suas necessidades superficiais (e materiais) e de todas as necessidades que lhes criaram, mas não compreenderam o que afinal parece ser tão óbvio: depois de alcançar um objetivo, há muitos outros objetivos para alcançar; por isso, perseguir cegamente metas ou objectivos, não faz sentido.

As fórmulas mágicas que criaram e alimentaram as mais altas expectativas, eram – afinal – gigantescas máquinas de produzir grandes frustrações.

A vida é um processo continuo de inspiração e de superação que começa pela aceitação de um ponto de partida inicial, criado por uma história individual única e imensamente rica de ensinamentos e de aprendizagens de valor incalculável.

Aqui, “aceitar” não significa “resignar-se”. Significa apenas e somente ser capaz de encarar a realidade tal como ela é, sem que nos cause tanta dor que nos conduza à criação de uma ilusão que seja mais fácil de compreender. Isto porque o nosso inconsciente tem mecanismos internos de ressignificação do que não nos agrada, com o simples objetivo de nos isentar de culpas, o que nos conduz automaticamente a um processo de vitimização. Ser capaz de encarar a realidade tal como ela é, é o ponto de partida para transformações reais, concretas e profundas na nossa forma de estar e de ser. Porque nos permite compreender que escolhas conduziram a determinado estado e, com base nessa observação, permite-nos ter consciência das escolhas que precisamos de fazer para alcançar o estado que gostaríamos de alcançar.

Porque a felicidade não depende do que temos e muito menos do que fazemos: depende de ser capaz alcançar um estado em que nos permitimos ser o que realmente somos.

E nenhuma fórmula mágica te levará a encontrar quem realmente és: a tua história, as tuas vivências, aprendizagens e experiências, as tuas crenças, os ensinamentos dos teus mestres e as tuas relações, as tuas causas e paixões, os teus sentimentos e pensamentos, os teus sonhos e ambições, o teu potencial e as tuas realizações e tanto mais que só de dentro de ti poderás encontrar.

Mas, por favor, não deixes de te procurar, de evoluir e de transformar... naquilo que de facto és.

ama-te | inspira-te | supera-te

por Emanuel Almeida

Há muito quem compreenda o karma como destino. E isso é um erro.

Karma é o nexo de causalidade. Determinadas causas provocam determinados efeitos. Se entras num comboio para Lisboa, não podes ficar surpreendido(a) que vás ter a Lisboa, ainda que não tenhas reparado qual era o destino do comboio quando entraste nele.

Tens consciência de como chegaste até ao estado em que estás hoje? Como construíste a vida que tens hoje? Como te tornaste na pessoa que és hoje?

A verdade é que o estado em que as pessoas estão depende antes demais das suas próprias ações. É verdade que às vezes as circunstâncias da vida são particularmente difíceis, mas o que nos torna especiais não é o que a vida nos dá, mas aquilo que fazemos com o que a vida nos dá.

Dependemos sobretudo das nossas decisões. A qualidade da nossa vida depende muito da qualidade e da firmeza das nossas decisões. A vida pode ser muito dura, sobretudo para quem é mole a decidir. Há pessoas que evitam decidir e isso é em si mesmo uma decisão que coloca a o poder decisivo nas mãos de outra pessoa ou simplesmente à mercê do acaso. Parece-te bem?

Há que assumir a condução do nosso destino, definir um sentido para a vida, traçar metas e objetivos. Isso ajuda a compreender o que é mais importante em cada momento, a ter segurança do próximo passo. Se tu não assumes a liderança da tua vida, alguém a assumirá por ti e os resultados podem não ser exatamente os que são melhores para ti.

A qualidade das decisões tomadas depende também em grande parte da perceção que temos em cada momento acerca das circunstâncias sobre as quais temos que decidir. Esta perceção é muito condicionada pelos sentimentos que desenvolvemos acerca das situações, mas o que mais influencia são as nossas crenças, para as quais contribuem os processos de socialização, as experiências e as aprendizagens que somamos ao longo da vida.

As crenças são sempre muito difíceis de reconhecer e de transformar, mas têm um papel demasiado importante na nossa realidade para serem ignoradas.

Há dias estava a ver um vídeo do Bruce Lipton e ele estava impressionado com o resultado que os falsos medicamentos podem ter. De facto, a acão “curadora” de simples comprimidos de açúcar ou de farinha é impressionante. As pessoas não são curadas pelo placebo, mas pela sua crença numa ação positiva (o que por si só justificaria muilos “milagres”.

O que é importante determinar é qual é o impacto negativo das crenças negativas e limitadoras. São tão inconscientes e podem causar demasiados danos à vida. (E sim, é possível libertares-te das crenças negativas e limitadoras e transformá-las em positivas e possibilitadoras).

Numa camada ainda mais profunda, as justificações para as nossas ações e para as nossas decisões pode estar nos nossos valores. É nessa estrutura de valores que podemos encontrar o propósito e a missão de cada um de nós; alinhar a vida em função destes valores é determinante para podermos encontrar o verdadeiro sentido da nossa vida. E é bem menos complicado do que parece!

Mas ainda mais profundo do que isso são as necessidades que cada um de nós tem que decorrem da forma como utilizamos as diferentes das funções da psique que são quatro: intuitiva, sensitiva, mental e emocional. A forma como ordenamos estas 4 funções está na origem de traços decisivos da nossa personalidade, que traz associadas necessidades específicas. As pessoas mais intuitivas têm maior necessidade de relevância, as pessoas mais sensitivas têm maior necessidade de variedade, as pessoas mais mentais têm maior necessidade de segurança e as pessoas mais emocionais têm maior necessidade de afeto. E estas necessidades nem sempre são socialmente aceites.

Ainda mais elementar é a necessidade que todos temos de aceitação dos outros. Esta necessidade decorre do facto de pensarmos que para estarmos seguros temos que ter a proteção do grupo e do facto de o ser humano ser em si mesmo um ser social.

Ora, como vimos, há um sem número de camadas que se avolumam na nossa psique e que condiciona a forma como produzimos o karma.

A via para o alterar é ganhar consciência de como funcionas. Em suma, trabalhares o teu autoconhecimento e compreender estes mecanismos inconscientes da psique, por forma a que possas alinhá-los de forma consciente e congruente.

Uma via para fazeres esse alinhamento é a meditação, mas eu acredito que o coaching te pode ajudar de forma definitiva a resolver alguns dos desalinhamentos que frequentemente provocam a sensação de insatisfação permanente e maus resultados.

Para saberes mais sobre isso podes explorar a secção de coaching do nosso site ou marcar uma primeira sessão comigo clicando aqui.

runner 555074 12801Já imaginaste como seria bom saberes exatamente qual o teu propósito, qual a tua missão nesta vida e qual o passo a passo para conseguires encontrar esse sentido?

Seguramente que poderias ter uma vida de amor pleno e mergulhada em algo verdadeiro.

Uma vida com alegria, em que todos os dias te levantasses som a certeza absoluta do que haveria para fazer e ficarias feliz e com energia só de pensar nessa maravilhosa oportunidade que é um novo dia.

Essa seria seguramente uma vida plena de felicidade. E eu tenho a certeza de que não só a desejas como a mereces. Do mesmo modo, acredito que estás a poucos passos de a alcançar.

Neste vídeo no YouTube, falo-te sobre a importância de definir o propósito. Para veres clica aqui. 

Fico surpreendido com a quantidade de pessoas que vive desesperada sem sentido e sem propósito. Parece que os dias são todos iguais. São engolidos pelas rotinas e pelas obrigações do dia a dia. Correm sem parar. Nunca têm tempo para si mesmas e para o que realmente é importante. Muito frequentemente chegam fim de cada dia engolidos por uma fadiga e exaustão imensas e com a sensação de que não fizeram nada de verdadeiramente útil e aliciante. Um ciclo que se repete, dia após dia, que leva ao mergulho progressivo num imenso vazio interior, difícil de suportar, e que é na verdade o desperdício da vida.

Felizmente tenho podido ajudar muitas pessoas a reconstruírem as suas vidas, orientadas para o sentido e para o propósito que lhes traga um profundo significado, uma alegria imensa de viver com certeza de qual é a sua missão e de quais são os seus objetivos.

Pessoas que aprendem a acreditar nos seus sonhos e a dar os passos mais firmes para os transformar em realidade.

Em troca recebo uma profunda gratidão e a alegria de poder ter contribuído para que estas pessoas tenham encontrado os seus caminhos, tenham (re)descoberto a felicidade e que possam concretizar os seus sonhos, passo a passo.

A maioria dos meus clientes achava que era muito complicado e fica agradavelmente surpreendido com a simplicidade com que os processos acontecem e com que os resultados surgem.

Às vezes é simplesmente uma pequena mudança de paradigma. Dou muitas vezes o exemplo dos americanos que gastaram dezenas de milhões de dólares para inventar uma esferográfica capaz de escrever no espaço, enquanto que os russos gastaram apenas alguns cêntimos, escrevendo a lápis. Parece óbvio, não parece?

Vendo as coisas por outros pontos de vista, com as técnicas e com as ferramentas certas e com métodos comprovados, fica sempre mais fácil construir melhores resultados.

É para ajudar as pessoas que procuram vencer o vazio e a insatisfação permanente que criei me formei em coaching e que disponibilizo uma sessão estratégica. Nesta sessão, que por enquanto é totalmente gratuita, avaliaremos a tua realidade e traçaremos o caminho para construir, passo a passo, a vida que desejas. Caso ambos estejamos de acordo, podemos avançar para um processo de desenvolvimento individual que pode passar por encontros semanais, quinzenais ou mensais. O ponto de partida é uma sessão estratégica (por enquanto gratuita) que podes marcar clicando aqui.

“Quero ser tua, quero que você seja meu. Quero poder sempre te amar e ouvir o quanto sou amada, quero poder acordar com você me enchendo de beijos ou simplesmente acordar pra ver o quanto é lindo você dormindo. Mas do meu lado, eu quero você do meu lado. Será que ninguém entende?”
Caio Fernando Abreu

Emanuel Almeida

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Eu entendo. Perfeitamente. E tu?

O texto apresenta o mais profundo desejo de muitas pessoas nos nossos dias: e mais legitimo também: o desejo de amar e de ser amado.

Há pouca coisa que tenha tanto significado do que ter alguém ao lado para nos ouvir, com quem partilhar aventuras conquistas e dificuldades. Alguém que conheça as nossas fraquezas e que ainda assim nos aceite e queira construir a sua vida ao nosso lado.

O tema dos relacionamentos é muito polémico, mas ainda assim estruturante na nossa ideia de bem-estar pessoal e social. Na verdade, não nascemos para estar sozinhos.

Por outro lado, a vida é demasiado curta para ser despendida ao lado de quem não nos aceita ou de quem não podemos aceitar.

É difícil encontrar um relacionamento que preencha os 3 requisitos do amor pleno: intimidade, paixão e compromisso.

Mas, o que te impede de ter um relacionamento em que possas amar e ser amado(a)?

Quando temos um relacionamento temos medo de o perder, medo de ser traídos, medo de ser enganados… e tantas vezes esses medos acabam por se concretizar, ou as dificuldades de comunicação acabam por produzir relações rotineiras e mornas, nem significado, sem desejo e sem amor. É muito mais frequente que os relacionamentos se destruam a si mesmos.

Quando decidimos abandonar um relacionamento que não nos preenche, temos medo de não encontrar alguém melhor, do que os outros vão pensar ou dizer, medo de não ser capaz de viver sozinho, medo de não superar a dependência emocional ou financeira, medo do que poderá acontecer aos filhos.

Quando não temos um relacionamento temos medo de não encontrar alguém que nos preencha e que nos aceite, temos medo de ser utilizados, medo que os potenciais candidatos não sejam honestos e que nos utilizem.

Se cedermos ao medo e paralisarmos, como será possível avançar encontrar o amor e consumar o legítimo desejo de amar e se ser amado?

Há vários anos que trabalho com pessoas que querem encontrar novos relacionamentos ou querem ressuscitar os relacionamentos atuais, tornando-os saudáveis e plenos de amor.

Encontrar um novo relacionamento

Quando o objetivo é encontrar o relacionamento, o processo inicia-se com a descrição clara das características da pessoa que gostaria de se conhecer. Depois, importa que o cliente se transforme numa pessoa atrativa para o que deseja encontrar. O terceiro passo é conhecer pessoas e abrir um processo de seleção. Há pessoas que se surpreendem na maneira clara o objetiva como podemos conduzir estes processos que supostamente acontecem espontaneamente. É claro que podemos ajudar a criar oportunidades e a preparar as pessoas para as agarrar. A sorte acontece quando a preparação encontra a oportunidade.

Melhorar um relacionamento actual

Por outro lado, quando o objetivo é melhorar um relacionamento atual, preparamos o cliente para compreender as suas crenças, os seus valores, os seus desejos e as suas expectativas. Quando isso acontece é mais fácil compreender os mesmos pontos do parceiro. Posto isto, o passo seguinte é encontrar formas de minimizar os pontos que não são comuns e reforçar os pontos em comum, promovendo uma maior aproximação que melhora a comunicação. O passo seguinte é abrir caminho ao diálogo e à exposição mútua das expectativas de cada parceiro, dando origem à negociação de modos de promover a satisfação plena de ambos. Por último, segue-se a implementação de um plano de ações com vista à “ressurreição” do relacionamento.

Quando a solução é a separação

Também acontece sermos procurados por pessoas que pretendem abandonar um relacionamento. Nesta situação o nosso trabalho passa sobretudo por esgotar todas as possibilidades de evitar a separação, ajudando o nosso cliente a ser assertivo durante o doloroso processo e na reconstrução da sua nova vida. Fechar as portas do passado é o primeiro ponto para abrir portas ao futuro.

É possível e legítimo sonhar

Nos relacionamentos como em todas as áreas da vida, é possível sonhar e implementar ações que te conduzam aos teus sonhos. É legítimo que desejes ser feliz e que faças o que for preciso para o conseguir, obviamente respeitando o espaço e a integridade de todos os que te rodeiam.

É possível amar e ser amado(a) e além disso é legítimo. Compreendo que isso seja muito importante para ti. O importante é que nunca deixes de acreditar e que faças tudo o que estiver ao teu alcance para alcançar esse sonho, que te trará seguramente muita felicidade e muita realização.

Estou a disponibilizar sessões estratégicas presencialmente no Porto ou online, nas quais podemos falar sobre como alcançares os teus sonhos e objectivos. Aproveita que por enquanto estas sessões são gratuitas. Podes marcar aqui.

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Todos somos únicos, exclusivos. De certa forma.

Mas na verdade, existem métodos de avaliação da personalidade tão poderosos que podem até prever o nosso comportamento em determinadas situações que ainda não aconteceram.

Clica nesta ligação e conhece aquela que é talvez a ferramenta mais eficaz de classificação de personalidade. É a melhor forma que existe para te conheceres realmente um pouco mellhor.

Pensas que não tens manual de instruções?

Até pode ser, mas acredita que existem formas de saber exatamente quem tu és e de prever o teu comportamento em diferentes situações. 

Este método é utilizado por psicólogos de todo o mundo quando querem saber mais sobre as pessoas. Sabes aqueles questionários inofensivos – que às vezes até te parecem idiotas – que fazes nas entrevistas de emprego ou nos testes psicotécnicos? Pois… na realidade permitem saber muito, mas mesmo muito sobre ti. Ah, e não adianta tentar mentir, senão vão-te apanhar e classificar como “mentiroso”, o que não é nada agradável nem positivo!

Existem vários métodos, mas a que te vamos falar hoje é do MBTI®. Este método deriva do trabalho de Carl Jung, popularizado com o livro “Tipos psicológicos”. Nele, o psicólogo suíço, discípulo e contemporâneo de Freud, classifica 12 tipos de personalidade distintos. Duas psicólogas americanas fizeram uns ajustes e nasceu este verdadeiro catálogo de personalidades.

Queres saber qual é o teu tipo de personalidade?

Faz o teste neste link!

É um questionário fácil. Recomendamos que respondas com a maior honestidade possível. Depois de algumas perguntas vai surgir o resultado. Não te assustes! Aquela malta não te conhece e, portanto, não há como saber “daqueles segredos” sobre ti. É apenas um teste! Muito fiável, por sinal, mas apenas um teste. Podem aparecer nos resultados descrições sobre ti tão realistas, que vais querer que ninguém saiba! Mas tu não podes deixar de saber.

Anota o código de 4+1 letras que vão aparecer no final. Ele é a chave da tua personalidade. Podes pesquisar na net sobre ele e descobrir coisas sobre ti que nem mesmo tu sabias. Acredita. Vale muito a pena!

 

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Emanuel Almeida
fundador da metta.pt

Já foi há muitos anos que percebi que o conhecimento é a maior fonte de poder da atualidade. Ele tem a capacidade de nos fazer ser mais produtivos, mais equilibrados, mais assertivos, mais envolvidos e mais satisfeitos com a vida de uma forma generalizada.

A metta.pt nasceu precisamente para ajudar as pessoas a vencer o sofrimento causado pela falta de conhecimento, também conhecida como ignorância.

Desde há muitos anos que percebi que o conhecimento é a maior fonte de poder da atualidade. Ele tem a capacidade de nos fazer ser mais produtivos, mais equilibrados, mais assertivos, mais envolvidos e mais satisfeitos com a vida de uma forma generelizada.

Há 4 níveis, 4 etapas para subir no que respeita ao conhecimento.

Num primeiro nível, em que estão infelizmente a grande maioria das pessoas, é aquilo a que chamamos de ignorância inconsciente. A pessoa sabe o que sabe e pensa que o que sabe é tudo o que existe e que por isso não é necessário aprender nada mais. Este estado é particularmente perigoso porque alimenta um ciclo de perpetuação da ignorância. Pode ser inglório dizer a uma pessoa que esteja neste estado que pode haver outras coisas interessantes que desconheça, outras formas de fazer e de ser que poderão resultar melhor para a resolução dos seus problemas práticos do dia-a-dia e para a construção da sua felicidade. Acha que sabe tudo (e sim, sabe tudo o que sabe, mas ignora completamente tudo o que não sabe). Reconhece-se facilmente porque é uma pessoa que se vitimiza, tem um discurso destrutista, reclama com tudo e com todos e procura sempre culpados para a sua insatisfação com a vida.

O segundo nível é de ignorância consciente. A pessoa reconhece que pode haver muitas coisas que não sabe e ás vezes admite que o conhecimento certo pode trazer a resolução dos seus problemas. Quanto maior é o nosso conhecimento, maior é a nossa capacidade de análise objetiva da realidade e a nossa capacidade de construir uma perceção realista dos cenários e nas circunstâncias que encontramos. Este nível é excelente porque nos abrimos à aprendizagem e com ela a uma nova forma de compreensão da realidade: e quanto melhor for a nossa compreensão e perceção das circunstâncias, maior será a nossa capacidade de decidir em função daquilo que realmente queremos.

O terceiro nível é o do conhecimento consciente. Aqui a pessoa já efetuou uma série de aprendizagens e conseguiu adquirir uma série de conhecimentos específicos que permitem ter uma melhor perceção da realidade e com isso tomar melhores decisões, orientadas às questões práticas do dia-a-dia, mas ainda tem que fazer algum esforço para conseguir organizar, sistematizar e utilizar informações úteis para construir uma vida mais produtiva e mais plena de significado.

O quarto nível é o da competência inconsciente, o nível da verdadeira sabedoria. Neste nível, a pessoa integra facilmente os conhecimentos adquiridos, relaciona-os e é capaz de os adaptar automaticamente a múltiplos cenários. Com isto consegue ter uma compreensão mais abrangente do mundo que a rodeia e consegue encontrar sempre soluções, quaisquer que sejam os problemas. Além disso, caminha de forma segura, inspirada e inspiradora em direção aos seus ideias, aos seus propósitos. É uma pessoa sempre satisfeita com a vida e reconhece-se pelo ar seguro, tranquilo e pela felicidade que irradia e que contagia todos os que as rodeiam.

Estes degraus são aplicáveis a todas as pessoas e a todas as áreas do conhecimento. Cada pessoa valoriza mais umas áreas do que as outras e ainda bem que é assim; deste modo podemos crescer e evoluir – enquanto sociedade. Vivemos de partilhas e de responsabilidades partilhadas.

Todos temos a missão de nos desenvolvermos enquanto humanos.

Sejam quais forem os nossos interesses particulares, há sempre possibilidades de vencer a ignorância e o sofrimento que ela reboca.

Agora é uma questão de exame de consciência e de escolha. Em que nível estás, em que nível queres estar?

Se estás no primeiro nível deves estar a contorcer-te todo(a) e a dizer que este texto não faz sentido e seguramente foi escrito por alguém que ignora as tuas circunstâncias particulares, porque se as conhecesse teria pena de ti e saberia que não é bem assim. Se estás neste nível queria felicitar-te por teres lido até aqui. É um sinal de que estás a começar a despertar. Estás a ficar preparado(a) para dar o salto.

Se estás no segundo e no terceiro nível, estamos prontos para arregaçar as mangas contigo e para trabalhar na aquisição de competências de que precisas. Seja através dos processos individuais de coaching – nos quais podemos compreender o que precisas de saber e criar caminhos para que possas adquirir essas competências, seja através das nossas formações especializadas.

Se estás no quarto nível, o da sabedoria, precisamos de ti. Estamos a preparar-nos para te poder ajudar e espalhar esse conhecimento para outras pessoas, que com podem libertar-se o sofrimento causado pela ignorância. Vamos falar sobre como podes partilhar e inspirar outras pessoas?

Uma vez compreendido que teu o sucesso (seja lá o que ele significar para ti) é um resultado do somatório da tua atitude com as tuas competências, estamos prontos para te receber e para te ajudar a assumir o seu Poder de construir liberdade, significado e felicidade.

Estão feitos os desafios. Agora já só depende de ti.

Temos uma vasta agenda de formações de coaching e de meditação que podes conhecer clicando aqui.

Se preferires começar com uma conversa para compreenderes como te podemos ajudar, clica aqui e marca uma sessão de coaching gratuita. Agora já estou disponível todos os dias, presencialmente (no Porto, em Gaia ou em Sobreira-Paredes) e também online. A primeira sessão é sempre grátis e por isso não há nada a perder.

Estamos juntos para mudar o teu mundo.

Abraço e muita metta

emanuel como comeceiEm tempos foi-me diagnosticada uma depressão e não estava fácil encontrar uma cura. Ao fim de alguns anos de tratamentos, um psiquiatra disse-me que eu não tinha depressão nenhuma, apenas tinha que aprender a viver com a minha própria personalidade.

Estas palavras foram o grande mote para um processo de busca por mim mesmo. Queria conhecer-me melhor. Queria transformar-me numa pessoa melhor. Esta busca por auto-conhecimento e por desenvolvimento pessoal levou-me à inscrição no curso de ciências sociais na Universidade Aberta. Mas não encontrei respostas práticas. Aprendi muitas coisa úteis, mas não encontrei resposta às minhas grandes perguntas: Quem sou eu? O que faço aqui? Como posso ser melhor? E como posso deixar este mundo melhor do que encontrei?

Comecei então a procurar ferramentas mais práticas que me pudessem ajudar a construir uma perspetiva mais abrangente das minhas questões. 

Estive um ano a viver sozinho num hotel em Évora. que é uma cidade muito bonita, mas não oferece muitas possibilidades de diversão. Esse período de imensa solidão descobri num texto do Osho, a solitude, que é basicamente aprender a fazermos companhia a nós próprios. E comecei a meditar. Com videos do YouTube, inspirados nas filosofias do Osho e da Loiuse Hay. Comecei a comprar livros, muitos livros. Quando voltei ao Porto inscrevi-me em tudo o que era formação de desenvolvimento pessoal que encontrei. Fiz vários cursos de meditação, presenciais e online, comecei a participar em retiros de várias correntes filosóficas. Nessa altura comecei a pensar na experiência de ir viver para uma aldeia auto-sustentável para conseguir ter uma vida mais tranquila. Comentei com uma mentora e amiga esta minha ideia e ela perguntou-me como poderia promover alguma mudança neste mundo, se me retirasse dele. Será que fugir do mundo me resolveria problemas que afinal estão só em mim?

A pergunta caiu fundo. De facto, não podia. Para poder transformar o mundo, teria que me transformar a mim mesmo. A mudança é uma porta que só se abre por dentro.

E compreendi que teria e que podia ser muito prático, mas que não havia nada mais prático do que boas teorias. Fiz um plano de desenvolvimento pessoal. Fiz formação em filosofias clássicas, budismo, vários cursos na área da psicologia e psicologia social, programação neuro linguística e certifiquei-me em coaching.

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O meu caminho abriu-se. E este processo foi tão significativo para mim, que achei que teria que o partilhar com outras pessoas. Por outro lado, como senti que era preciso um esforço financeiro elevado para avançar com este processo, percebi a necessidade de criar uma forma de disponibilizar estas ferramentas de forma mais acessível.

Há 3 anos, quando soube que esperava um filho, senti que tinha que avançar. Embora tivesse um emprego estável, de que eu gostava e no qual me sentia reconhecido e valorizado, tinha que partilhar o meu processo com outras pessoas. Registei o domínio metta.pt e comecei a dinamizar actividades, nomeadamente tertúlias, formações em coaching e meditação. Há umas semanas sai da empresa onde trabalhava e resolvi dedicar-me a 100% a este projecto.

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downloadTemos todo o prazer em disponibilizar para ti este centro de recursos, onde podes encontrar uma série de ferramentas que te podem ser úteis, gratuitamente.
 
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