mascaraQueremos tanto estar à altura, ser aceites pelos outros, que acabamos por conduzir a nossa vida em função daquilo que achamos que será socialmente aceite e nos esquecemos tantas vezes do que é realmente importante para nós.

Queremos ter “isto”, fazer “aquilo” e achamos que quando conseguirmos vamos encontrar a felicidade, que se traduz, apenas e só, em relações equilibradas com os que nos rodeiam. Relações de igual para igual, em que sejamos aceites tal e qual como somos. Mas essa satisfação nunca vem.

O mundo complica-se. Dia após dia. E pouco a pouco vamos desistindo de lutar. Vamos mergulhando no vazio, na tristeza, até que nada faça sentido. Vamos deprimindo e fugindo à depressão. Entre distrações, ilusões e algumas solidões, sentimo-nos cansados e exaustos.

Desenvolvemos dentro de nós um crítico interior que não se cala. Que está sempre a apontar os nossos defeitos. Está sempre a recordar-nos dos nossos medos de não ser capaz, de não conseguir e de não ser aceite. O pior de todos os medos é o de ser rejeitado.

Para evitar o que temos medo vamos criando estratégias de defesa. Subterfúgios. Escapadelas. “Tapamos o sol com a peneira” e vamos fingindo que está tudo bem. Até ficar tudo mal.

Mas como focamos sempre no que não queremos que nos aconteça e não somos capazes de criar continuamente novas ilusões em que nós próprios possamos acreditar, fechamos todas as possibilidades de viver com genuinidade.

E é assim que acabamos por nos transformar em alguém de que não gostamos. Damos por nós perdidos. Sem saber quem somos. Incapazes de suportar o diálogo interior e as emoções negativas. A autoestima vai-se destruindo e com ela todas as possibilidades de uma vida autenticamente feliz e realizada.

Esta é a história do início de muitas depressões – às vezes bastante prolongadas -que roubam muitos anos de vida a muitas pessoas.

A primeira etapa para qualquer processo de desenvolvimento pessoal é a recuperação ou o reforço do amor próprio.

Se continuares à espera de alguma mudança exterior, vais deixar a tua felicidade ao acaso.

Convido-te a assumir a responsabilidade pela construção da tua própria realidade. Clica aqui para compreender como se forma a realidade.

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