Eu sou Emanuel, da metta.pt e este texto é para te falar sobre como podes desligar o complicador e começar a ter uma vida com propósito e com significado, muito mais rapidamente do que imaginas.

Para isso tenho que te falar um pouco sobre mim e sobre a minha experiência pessoal.

Sempre tive a sensação de que tinha uma missão especial e de alguma forma ajudar os outros.

Quando eu era criança queria ser padre ou médico.

Padre ficou fora de questão porque eu também queria ter uma família e ser pai. Médico era difícil. Ainda é difícil.

Mas de alguma forma o que sempre me motivou foi ajudar os outros a encontrarem o seu caminho e a aliviarem as suas dores o seu sofrimento.

A minha vida deu muitas cambalhotas e tive várias profissões. Fui jornalista, empresário, trabalhei em marketing e antes de fazer o que faço hoje, trabalhava com aparelhos auditivos. Ajudava pessoas a ouvirem as outras pessoas.

Foi, entretanto, que descobri que o meu propósito era ajudar as pessoas a ouvirem melhor, o que elas próprias têm para se dizer.

Entretanto comecei a estudar sobre o assunto do autoconhecimento e de busca de competências. Fiz formação em psicologia, sociologia, antropologia e filosofia e outras áreas do desenvolvimento humano. Conheci o budismo e comecei a praticar meditação regularmente. Tornei-me mais tarde master em mindfulness e fiz a certificação em coaching. Estudei inteligência emocional e programação neurolinguística.

Hoje, sou coach profissional e ajudo pessoas a aprenderem a lidar com elas próprias e com o mundo que as rodeia, a encontrarem e a assumirem aquilo que realmente as apaixona e que as motiva e a descomplicarem o caminho para viverem as vidas que elas realmente querem viver.

Ah. E sou pai 😊 tenho uma família linda, harmoniosa e feliz.

O trabalho sempre foi muito importante para mim, mas hoje em dia tem uma vida com sentido e com significado. E de alguma forma cumpri o meu sonho de criança. Hoje ajudo pessoas a encontrarem o seu caminho e a aliviarem a sua agonia e o sofrimento de não saberem quem são nem qual é a sua missão.

Isto dá à minha vida um sabor muito especial.

Encontrar o propósito e a missão é fundamental para que tenhamos este sentimento de realização.

Ajudo muitas pessoas que chegam até mim em angústia permanente, com uma certa sensação de vazio e em piloto automático. Às vezes são pessoas que já nem sabem muito bem quem são e o que fazem nesta vida. Mergulharam nas responsabilidades, nas rotinas e vivem como zombies à espera de uma satisfação que nunca vem. Outras vezes são pessoas que construíram vidas com tudo para dar certo, mas que simplesmente não deu. As famílias desestruturam-se. Aqueles a quem se dedicaram partiram. O emprego ou a carreira deixou de fazer sentido. A vida deixou de fazer sentido.

Quase sempre são pessoas que sentem que lhes falta algo que dê um sentido á sua vida, um significado. Um propósito. Uma missão.

A questão é viver ou sobreviver?

Quando somos mais jovens até podemos ter a ilusão de ter coisas ou fazer coisas nos podem trazer uma sensação de realização. Com a idade, a ilusão vai-se desfazendo.

Vai surgindo a necessidade de encontrar dentro de nós as nossas verdadeiras causas, os nossos verdadeiros valores. Fazer com que a nossa vida valha a pena.

A solução passa por desmontar a vida que criamos e construir uma vida alinhada com os nossos interesses, com as nossas paixões. Uma vida na qual nos possamos sentir úteis, válidos, reconhecidos e realizados.

Existem muitas ferramentas do coaching que podem ajudar a ter essa luz e essa clareza.

Podemos construir uma visão clara de quais são os nossos valores, as nossas causas, os nossos interesses, reconhecendo os nossos sonhos, desejos e os nossos objetivos.

Tudo isto é muito importante para te dar força e motivação para fazeres o que tem que ser feito para teres a vida que tu queres ter. Assumires um compromisso com a tua felicidade e com a tua realização pessoal

É uma atitude. Depende sobretudo de ti. Eu sei que és capaz. Eu sei que podes ser o que queres ser.

Tenho as ferramentas e a disponibilidade para te ajudar. Não é um processo tipo que encaixa em todas as pessoas. Eu quero ajudar-te a ti a resolver os teus próprios problemas. Vou estar ao teu lado passo a passo para te desafiar, para te apoiar e para te ensinar uns truques para descomplicar. Para vencer os medos e as crenças sabotadoras.

Só tens que decidir e começar.

Podes estar aí a pensar: “Ah e tal mas o meu caso é mais complicado”.

Ok. Eu aceito e respeito. Mas o teu caso é único. E vamos encontrar soluções para ti. Tenho ajudado muita gente.

Por exemplo o Daniel que chegou até mim com dificuldades em acabar o curso de engenharia do ambiente. Ele até gostava de aprender, mas aquilo simplesmente não fazia sentido para ele. Ele gostava de desporto e de atividade física, de conhecer e de estar com pessoas. Depois de obter clareza foi fácil acabar o curso. Tornou-se militar de carreira e hoje em dia está a tirar o curso de comunicação e o de hipnoterapia.

Outro exemplo é a Marta, que dedicou anos de vida a uma carreira que não a valorizava nem lhe permitia ter tempo para ver crescer o seu filho, além de não lhe pagarem o suficiente. Libertou-se do peso dos seus pensamentos que a sabotavam. Assumiu o propósito de ser feliz. Hoje tem um novo emprego, uma nova carreira que lhe garante total disponibilidade para o seu filho além de conseguir obter o rendimento que lhe permite ter uma vida confortável. E muito mais mudanças estão a caminho.

A Cecília é podologista de formação mas apaixonou-se pela alimentação funcional. Queria mudar de vida. Assumiu o seu sonho, adquiriu competências, criou um espaço para dar as suas consultas e está a ajudar pessoas a serem mais saudáveis através da alimentação.

Quando estamos alinhados com o nosso propósito a vida fica mais simples. Tudo flui de forma natural.

Tenho ajudado muita gente a descomplicar e a ser feliz.

Agora quero ajudar-te a ti. É a tua vez!

Vou oferecer-te uma sessão de descomplicação inicial grátis e sem compromisso.

Numa conversa de uma hora, que pode ser online, no Porto, em Gaia ou em Paredes, vou ajudar-te a perceber exatamente o que te impede de ser feliz e traçar um plano para conseguires ter a vida que queres e que mereces. Vou ajudar-te a descomplicar.

Depois, se quiseres, posso acompanhar-te num processo de transformação pessoal em que ao longo de 3 meses vais conhecer-te melhor, mudar a tua forma de pensar, de sentir e de agir, para alcançares o que queres da tua vida.

Mas tudo começa por uma decisão muito simples que tens que tomar.

Queres ou não queres ser feliz?

Se queres, clica no link abaixo e marca hoje a tua primeira sessão de descomplicação.

Se preferires liga 91 151 00 05 e vamos começar a construir a vida que tu mereces.

 

patinho5.pngQuando eu era criança sentia-me muitas vezes um patinho feio. O patinho feio, das histórias infantis, seria seguramente um excelente consumidor de pílulas de felicidade, se não tivesse mudado de ambiente e se não tivesse encontrado a sua verdadeira família.

Mas felizmente encontrou. Encontrou as respostas à sua necessidade de ser aceite e integrado num grupo. E foi feliz.

Eu acredito que seremos muito mais felizes se não perseguirmos a ideia da felicidade, vendida como obrigatória nos tempos modernos.

Sem querer entrar na definição conceptual da felicidade, que ficará para outro artigo, gostaria apenas de alertar para a quantidade de indústrias que vive à custa da manutenção da nossa sensação de infelicidade, que tentamos obter de formas tantas vezes supérfluas, que acabam por se revelar ocas e vazias.

A indústria farmacêutica é apenas uma das beneficiárias desta busca pela felicidade, que é como quem diz, pela nossa busca incessante pela abundância de sensações prazerosas e de ausência de sensações dolorosas.

Os defensores das indústrias farmacêuticas e da psiquiatria moderna fazem referência a descompensações hormonais - justificadas pela diminuição de produção de neurotransmissores - para nos vender a reposição dessas mesmas substâncias pela via química, recorrendo a drogas (cujos efeitos secundários nem sempre são amplamente discutidos nem documentados).

Tudo isso é verdade, mas a informação tem que ser actualizada pelas descobertas das neurociências dos últimos anos.

As descompensações hormonais a que se referem são causadas pela percepção que temos da realidade (com o culto da culpa, ressentimento e medo) que desencadeia mecanismos emocionais automáticos, reduzindo recursos cerebrais para a produção de neurotransmissores como a dopamina, serotonina, acetilcolina, noradrenalina, glutamato e aspartato, etc.

Os problemas resolvem-se pela raiz, removendo as causas e não mascarando as consequências. Além de que está provado que o equilíbrio do estilo de vida, com a prática de meditação, atividade física, regulação dos ciclos de sono, alimentação equilibrada e relacionamentos saudáveis promovem a reposição dos neurotransmissores de forma natural, mais duradoura e mais eficaz.

É sobretudo uma questão de autoconhecimento, autoconfiança e autoestima, porque somos vítimas da nossa reactividade emocional. Medicamentos sim, mas só como bengala temporária ou para tratar casos major. Ainda assim, sempre como complemento a uma intervenção social e psicoterapêutica e nunca como abordagem principal. Tristeza é caso para educação, psicologia e para filosofia que promove o equilíbrio natural, a reabilitação e a recuperação. A psiquiatria promove na maioria dos casos a dependência.

Já Platão chamava a atenção para a importância de cada um se conhecer a si próprio. Buda sabia que a verdadeira origem do sofrimento era apenas a ignorância. Saibamos ouvir as lições que há tanto tempo nos tentam ensinar.

No conto do patinho feio ele descobriu a origem da sua rejeição quando contemplou a sua figura no reflexo do espelho de água. Quando olhou para si próprio, percebeu que era diferente das outras criaturas que conhecia. Se bem me lembro isso foi extremamente chocante para ele. Sentiu-se perdido e sem saber o que fazer.

Imagino a sua dor e o seu desespero ao pensar que seria infeliz para sempre, uma vez que era diferente de todos os outros. No entanto, essa sua descoberta acabou por se tornar a porta para a resolução definitiva dos seus problemas. Quando se reconheceu tal como era, conseguir encontrar a sua verdadeira família e a sua turma. Nessa altura deve ter achado inútil o seu processo de autodescoberta.

Mas ele serviu para nos deixar o exemplo. Siga-o quem quiser e quem for capaz de o compreender.

Ele não era feio. Não era desprezível. Apenas tentava ser aceite por criaturas que lhe eram estranhas, que o temiam por ser diferente.

Espero que com isto tenha conseguido demonstrar-te a necessidade de saberes quem és. Só assim poderás tirar o melhor partido desta maravilhosa oportunidade que é a vida.

Se quiseres eu posso ajudar-te gratuitamente. Clica aqui para saber como.

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