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A importância que atribuímos à opinião dos outros é inversamente proporcional à confiança que temos na nossa própria opinião sobre nós mesmos. Este mecanismo inconsciente, de atribuir importância ao que os outros pensam a nosso respeito, tem a ver com o nosso profundo e secreto desejo de sermos aceites pela sociedade e esforçamo-nos tanto por isso que acabamos muitas vezes por nos tornarmos inaceitáveis para nós próprios. A autoconfiança, a autoestima e a autocompaixão são os antídotos para nos libertarmos deste problema.

Estes sentimentos surgem naturalmente com o autoconhecimento que te será proporcionado pelo teu processo de coaching.

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Curiosamente, pessoas sociáveis, podem atingir um patamar de desregulação emocional com quem está mais próximo, dizendo - mesmo sem intenção malévola - coisas que magoam, quer pela forma, quer pelo conteúdo.

É um paradoxo, mas isto tem a ver com a importância que o outro tem para elas, que faz com que inconscientemente o desejo de ser aceite fale mais alto do que a razão. As emoções são muitas vezes geradas em setores elementares do nosso sistema nervoso, que têm por grande objetivo garantir a sobrevivência, sobrepondo-se a todos os outros sistemas mais racionais. Ter consciência destes processos é a forma de conseguir interromper estes padrões emocionais involuntários, que tantas consequências negativas podem trazer aos nossos relacionamentos mais próximos.

Num processo de coaching, receberás estímulos para utilizar a empatia, para te colocares no lugar do outro e para que compreendas os seus pontos de vista. Esta é a partida para relações muito mais honestas, sinceras e profundas.

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Tantas vezes nos colocamos numa situação em que assumimos todas as responsabilidades, todas as culpas, do que está errado nas nossas relações. É importante dar o primeiro passo demonstrando a humildade de assumir a possibilidade de estar errado e de ser vulnerável. Nas relações, isso deixa o outro incapaz de ter uma reação mais agressiva - que muitas vezes constitui apenas um movimento defensivo - e abre a porta ao seu próprio reconhecimento das suas fragilidades e possivelmente assumir também as suas responsabilidades. Neste patamar de igualdade é fácil negociar soluções, sem que ninguém saia diminuído, que é, afinal, o mais importante.

A proposta do coaching é que compreendas quais são as tuas responsabilidades e que as assumas, mas que jamais aceites rebaixar-te e humilhar-te assumindo responsabilidades que não são tuas.

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Fechar portas é muito importante, mas para ficarmos bem com essa decisão e com essa ação é necessário compreender que era a única saída possível - esgotando todas as outras possibilidades - e além disso é preciso dar passos certos, firmes e seguros, a fim de evitar arrependimentos ou mal entendidos. A consciência tranquila agradece.

Por outro lado, quando está na hora de fechar as portas, é sinal que está na hora de abrir outras, às vezes em outras áreas da vida. O coaching é uma ajuda decisiva nesse processo.

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A crença do “não merecimento” afecta muita pessoas e é extremamente incapacitante. Por alguma razão, em algum momento da sua vida, aprenderam a acreditar que não merecem ser amadas e fazem de tudo para alcançar essa meta inconsciente; no entanto, seguem o mesmo padrão que sempre seguiram e por isso não alcançam um resultado diferente. Quebrar o padrão da subserviência é possível e libertador e começa com uma decisão consciente.

O coaching dispõe de ferramentas específicas para eliminar as crenças limitadores e os seus efeitos nefastos, permitindo-te alcançar uma vida de abundância a todos os níveis.

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