Neste artigo vamos falar sobre um outro dilema, que é a diferença entre a autoestima e a autocompaixão. Sim?  

Provavelmente nunca te colocaste esta questão e este texto vai desmistificar muito a questão da autoestima e vai abrir-te outras pistas, para tu aprenderes a gostar de ti próprio. 

Sem dúvida que há muitos anos que se diz que a autoestima é fundamental para o bem-estar psicológico do ser humano, e de facto é: 

Sem autoestima não podemos desenvolver autoconfiança nem autodeterminação, e sem isso ficamos muito incapacitados para o dia-a-dia e para sermos nós próprios. Então, a falta de autoestima está muito ligada à noção que o indivíduo tem de si mesmo e resulta, no fundo, de um não reconhecimento das qualidades e das capacidades pessoais que todos nós temos e, por outro lado, tem também a grande origem da maioria das nossas crenças limitadoras, sim? Infelizmente, é também esta falta de autoestima que nos leva a muitos sentimentos mais de tristeza e mais de depressão. Geralmente também a autoestima mais diminuída, leva-nos à inacção, à paralisação, ao excesso de pensamento e aquilo que chamamos a paralisação por excesso de análise. 

A autoestima pode ser muito alta ou muito baixa: tem dois pólos.  

A autoestima baixa, resulta muito da crítica, da necessidade de aprovação externa, da privação de afeto e do receio da rejeição ou mesmo até, da exposição à rejeição – à experiência da rejeição - mas há um reverso da medalha, a autoestima exacerbada que é demasiado alta. Na verdade, ela pode ser uma tentativa de esconder alguns aspetos menos positivos do self, da noção que nós temos de nós próprios; a autopromoção - aquelas pessoas que se promovem de uma forma exagerada normalmente são um exemplo típico disto - pessoas que têm algumas coisas que querem esconder, dedicam-se a promover outras características que elas consideram bastante mais positivas. 

Para saberes mais sobre qual é o principal erro da autoestima carrega AQUI