Neste artigo vamos falar sobre as Leis do Sucesso

Para trabalharmos este tema, vamo-nos basear numa obra muito conhecida do Napoleon Hill, escritor norte-americano que escreveu, durante várias décadas, os princípios do sucesso.   

O Napoleon Hill tem dois livros muito conhecidos. Um deles é o: “Pense e Fique Rico”, um livro que escreveu por desafio do Dale Carnegie - um homem extremamente rico - que queria saber o que é que fazia as pessoas serem ricas ou não serem ricas, ou seja, produzirem muito ou não produzirem muito, atingirem sucesso ou não atingirem sucesso. Nesse sentido, desafiou o Napoleon Hill que, na altura, era um jovem repórter de um jornal económico - penso que na área das ciências económicas -, para fazer uma compilação. A ideia foi entrevistar uma série de pessoas que tinham conseguido alcançar grandes patamares de sucesso em termos financeiros, para tentar perceber qual seria o padrão dessas mentes milionárias. 

Assim foi criado o primeiro livro que se chamava  “Pense e Fique Rico”. Mais tarde, compilou estas informações de uma outra forma e criou outro livro que pessoalmente me parece bastante mais interessante: as Leis do Sucesso - As 16 lições para triunfar na vida e para conquistar todos os sonhos. E não é exagero! Este livro é absolutamente delicioso, tem informações muito relevantes. É um livro escrito há várias décadas mas permanece atual. A forma como ele explora é atual e vai ser sempre, porque, basicamente, a grande regra para atingirmos rentabilidade financeira e sucesso financeiro - e o sucesso aqui é, sobretudo financeiro, mas sucesso em qualquer área -, acaba sempre por ser geração de valor para outras pessoas. E portanto, se tu estás interessado nisto, qualquer que seja o teu objetivo, se seguires estes 16 passos, garanto-te que vais ter resultados. Mais dia, menos dia, vais ter resultados. É um processo absolutamente infalível.  

Neste artigo especificamente, vamos falar das 16 leis, mais uma lição do Napoleon Hill para triunfar na vida, de uma forma muito superficial. O livro é muito completo. Eu recomendo a leitura e, sinceramente, tenho mesmo dificuldade em compilar as informações numa aula que vai ter só alguns minutos, porque, de facto, é muito rico em informações. Basicamente, aquilo que se pretende com esta aula é dar-te a possibilidade ou oferecer-te a possibilidade de introdução a este tema, a este livro e a estas 16 leis mas, se tu as explorares mais a fundo, garanto-te que vais ter sucesso em qualquer área da vida, que queiras. 

Então vamos lá às 16 áreas de que o Napoleon Hill fala.  

A 1.º lei, a primeira regra, é: Master Mind. Com isto, ele sugere que nos associemos a pessoas com o mesmo perfil de pensamento que nós. O mesmo perfil de pensamento e também o mesmo conjunto de interesses. Isto parte do princípio que sozinho ninguém consegue ir longe, e portanto, precisamos de nos agrupar com pessoas que tenham os mesmos objetivos, interesses, ideais e, portanto, que tenham o mesmo perfil de pensamento. Que sejam pessoas melhores do que nós. Há tempos, ouvi uma frase, já nem sei em que contexto, de uma pessoa que dizia: “Quando eu sou a pessoa mais inteligente de uma determinada sala, significa que estou na sala errada, ou eu sou o professor, ou eu estou na sala errada.” Mas, naturalmente, nós precisamos de nos agrupar com pessoas, e de nos envolvermos com pessoas, que são melhores do que nós, que têm o mesmo perfil de pensamento, que são, também, como nós gostaríamos de ser. Também há a regra das 5 pessoas com quem mais contactamos. Acabamos por tender a sermos a média das pessoas com quem mais nos relacionamos, por isso, é muito importante percebermos que somos o que somos também por influência de outras pessoas. Então, a primeira grande regra é associares-te a pessoas que têm o mesmo perfil de pensamento e, sobretudo, pessoas que possam ensinar-te alguma coisa.  

A 2ª grande regra para o sucesso é: definir o principal objetivo. Há um livro que se chama “A Única Coisa” - que também é uma leitura que eu recomendo -, que fala muito bem sobre isto. É definirmos o nosso grande objetivo e, sobretudo, pensarmos num objetivo que possa utilizar, de uma forma rentável, o nosso talento e a nossa paixão. E de uma forma rentável porquê? De uma forma rentável porque avaliar a rentabilidade desta utilização do nosso talento e da nossa paixão é, na prática, garantir que, de facto, estamos a criar valor para outras pessoas. Se estivermos a criar valor para outras pessoas, valor real para outras pessoas, com o nosso talento e a nossa paixão, ou seja, se estivermos a ter rentabilidade, então este valor é real, está a ser de facto utilizado pelas outras pessoas. Para isto precisamos também de definir a nossa causa, de perceber exatamente qual é o nosso propósito - e o nosso propósito aqui, tem a ver com os nossos valores, com os nossos princípios e com aquilo que nos incomoda no mundo, que nós gostaríamos de poder corrigir. Assim sendo, talento + paixão vai originar rentabilidade, quando trabalhado, seja essa rentabilidade, financeira, seja outro tipo de rentabilidade que possas definir. Para isto, também é muito importante sermos capazes de definir claramente a nossa causa, sabermos por que causas nos movemos. Nesta definição do objetivo, sobre o qual é muito importante termos clareza, a riqueza de detalhes é muito importante. Portanto, quando definires o objetivo é importante recheares essa definição com muito detalhe, porque assim o teu cérebro e o teu sistema de ativação reticular vão saber exatamente aquilo que procuram e o que tu queres alcançar. As coisas vão começar a acontecer. 

O 3º princípio é: autoconfiança. Naturalmente que teria de passar por isto e também, sobretudo, por dominar os nossos medos, confiando em nós próprios. O medo não se resolve com coragem, mas sim com confiança que tem de ser, sobretudo, em nós mesmos. Nós não podemos confiar que as coisas nos vão correr bem, porque naturalmente que não vão. Alguma coisa na vida te vai correr mal e é normal que assim seja. O que vai fazer a diferença é a forma como tu dominas, controlas e reages a essa situação. As mentes mais brilhantes são capazes de retirar oportunidades dos seus maiores problemas e só conseguem fazer isto porque dominam o seu medo. Convido-te a dominar o teu medo. 

O 4.º princípio, que também é muito importante e que parece óbvio, é: hábito de economizar - fazer algumas economias. E é sobretudo uma questão de hábito. É o hábito de controlar as nossas finanças, para podermos ter a capacidade de evitar a escravidão da dívida. Pessoalmente, passei muitas vezes por esta experiência de organizar a minha vida para o benefício imediato, ou seja, para resolver uma conta que tinha de pagar alguns dias a seguir ou para conseguir dinheiro para viver nos dias a seguir. O teu pensamento não fica claro, não fica nítido. Portanto, quando começas a economizar e ganhas este hábito de economizar e de fazer um balão de oxigénio, na prática, ganhas maior capacidade de fazer os investimentos. Sobretudo, do teu tempo e dos teus recursos pessoais, para orientares as coisas a mais médio-longo prazo e evidentemente evitar a escravidão da dívida. Portanto, quando temos dívidas naturalmente que os nossos problemas são muito grandes. Com isto eu refiro-me, no fundo, a evitar o estado de sobrevivência. Ou seja, quando nós nos orientamos muito para a sobrevivência imediata, naturalmente que não vamos tender a ser grandes líderes da própria vida, porque vamos cair num estado de vitimização.  

O 5.º princípio é: iniciativa e liderança - e começa contigo próprio. A liderança começa a ser uma qualidade individual, no sentido de sermos pró-ativos no controlo da nossa própria vida. Partilho esta frase que eu considero muito interessante: “A qualidade extremamente rara que impele a pessoa a fazer o que tem de ser feito, sem que ninguém lhe diga para fazê-lo.” É sermos capazes de dizer a nós próprios aquilo que temos de fazer e cumprirmos com essas determinações. Isto é o princípio da liderança e da autoliderança. Sair da mesmice, sair da roda, ser capaz de empreender, de tentar coisas novas, e depois desta liderança pessoal, talvez seja possível liderarmos outras pessoas para nos ajudarmos, então, na construção do nosso sucesso. Eu recordo que falo muitas vezes também desta questão de ser líder ou ser vítima, e se tu não fores líder, da tua própria vida, claro, vais acabar, naturalmente, por ser “vítima” da vida de alguém. Se não estás a construir o sucesso, muito provavelmente para sobreviver vais ser utilizado por alguém que está a construir o seu próprio sucesso.  

O sexto princípio é: imaginação. É a capacidade de pensar fora da caixa, de ver coisas que as outras pessoas não vêm ou de experimentar coisas que as outras pessoas nem sequer se lembrariam. Esta imaginação tem muito a ver com a capacidade de ver e pensar em coisas novas, pensar muito fora da caixa e também de mudar a nossa rotina, mudar o nosso dia a dia, estando preparados, também, para as novidades. Este aspeto também é muito importante, porque muitas vezes nós, não só não temos grande imaginação, como não estamos muito abertos à imaginação das outras pessoas, portanto, não estamos muito abertos à inovação. O mercado valoriza muito as inovações, seja em qual dos níveis for. Infelizmente, nem todas as ideias conseguem sobreviver. Aliás, a grande maioria das ideias que são criadas e que até, se calhar, são postas em prática não conseguem subsistir, mas têm de ser testadas. Antes de serem testadas provavelmente nunca vamos ter a certeza, e portanto, é preciso imaginar e acreditar na nossa imaginação para sair da mesmisse. Criar coisas novas e pensar fora da caixa, e aceitar também ideias novas e inovadoras.  

sétimo princípio do  Napoleon Hill, fala-nos do entusiasmo. Isto quer dizer ser apaixonado pelo seu objetivo, viver com paixão. Paixão para transformar o teu conhecimento em ação, porque se o conhecimento, o interesse, a paixão da pessoa não for transformado, se o talento não for transformado em ação, muito pouca coisa vai acontecer. É preciso esta capacidade para nos entusiasmarmos com as nossas próprias ideias, com os nossos objetivos e pelos nossos talentos, porque o combustível principal da nossa energia é, de facto, este entusiasmo. Basicamente, quanto mais entusiasmo colocares nas coisas, mais energia vais poder colocar sobre elas. 

Esta é uma frase muito engraçada, também do Napoleon Hill: “O homem geralmente triunfa, com mais facilidade, num campo de esforços em que se lança de corpo, alma e coração”. Entrega-te, com corpo, alma e coração, e então vais vibrar neste entusiasmo e nesta fonte de energia positiva. 

O oitavo princípio é: autocontrolo. Pode confundir-se com a liderança pessoal, mas sobretudo, Napoleon Hill fala-nos de pensar a médio-longo prazo, de compreendermos as coisas num prazo mais alargado, para não termos esta visão muito curta, mas sim a noção exata daquilo que nos impede de alcançar os nossos objetivos. A capacidade de procurar dentro de nós o que está a impedir de alcançarmos os nossos objetivos. Quase sempre está dentro de nós, sob a forma de pensamentos, sobretudo. Nós temos o poder de controlar os pensamentos e de os direcionar para aquilo que queremos. Depois de termos um propósito bem definido, um objetivo bem definido, é sermos capazes de condicionar e de controlar os nossos próprios pensamentos e de os direcionar para aquilo que queremos construir. 

9º princípio é entregar a mais, o overdelivering: entregar a mais daquilo que prometes. Entregar a mais daquilo que prometes a ti mesmo e entregar a mais daquilo que prometes a outras pessoas. Habitua-te a fazer bem, a fazer bem-feito, e isto só é possível quando tu, de facto, fazes com paixão, quando tu entregas com paixão. 

O Napoleon Hill fala de dois tipos de pessoas: as que não fazem o que lhes é pedido e as que fazem apenas o que lhes é pedido. Então, eu proponho-te que sejas o terceiro tipo de pessoa, aquele que faz mais do que lhe pedem. Ganhar o hábito de ir mais além, ganhar o hábito de fazer bem-feito e não te limitares a ser a pessoa mediana que faz apenas aquilo que lhe pedem ou apenas aquilo que é obrigatório. Hill também diz: “És mais eficiente e chegarás mais rápido e facilmente ao sucesso quando fazes um trabalho que amas ou trabalhas para alguém que amas.” Já o deves ter sentido na tua vida. Ou estás a fazer alguma coisa para alguém, de quem tu gostas muito, ou estás a fazer alguma coisa que tu gostas muito. De qualquer das maneiras, este entregar a mais também está muito relacionado à paixão, porque se tu estás apaixonado por aquilo que estás a fazer, ou pela pessoa a quem se destina aquilo que estás a fazer, naturalmente que não te vai custar entregar um pouco a mais daquilo que é o expectável. 

A 10ª regra é: personalidade agradável - ser uma pessoa atraente, ser uma pessoa com quem as outras pessoas gostam de estar. Este princípio tem a ver, não só com o ter um comportamento exemplar e ser uma pessoa agradável e simpática, mas sobretudo, ser uma pessoa positiva e uma pessoa pró-ativa. Nós tendemos a gostar mais das pessoas que são como nós ou das pessoas que nós gostaríamos de ser. Então, ser uma pessoa agradável e atraente, ser uma pessoa por quem os outros se interessam e ser uma pessoa que pode ser seguida pelos outros. 

11º princípio, também muito interessante: pensamento seguro. Este pensamento seguro tem, por princípio, separar cuidadosamente o que é um facto do que é informação. Às vezes a informação que nos chega ou a forma como nós recolhemos a informação, a nossa perceção do facto, não é bem um facto. Então, tentar compreender o facto exatamente como ele é, ou seja, recolher o máximo de informação possível e não te deixares confiar naquilo que é informação que te chega à partida sobre o facto. E depois, separar também cuidadosamente o relevante do irrelevante e se tu reparares, no teu padrão de pensamentos há, sem dúvida, uma grande quantidade de informação que te seria benéfico dispensar. Portanto, são coisas completamente irrelevantes, que não têm nenhum interesse e que, de facto, podes largar. E depois, claro, o importante do não importante. Perceber o que é que é importante e o que é que não é importante. Eu costumo dar um exemplo de dois puzzles que dei ao meu filho e cujas peças ele juntou na mesma caixa. E é engraçado que, entretanto, as caixas desapareceram e nós não fomos capazes de perceber.   

12º princípio é: concentração. Significa focarmo-nos naquilo que queremos alcançar em vez de no que queremos conseguir; naquilo que queremos realmente alcançar, em vez de nos focarmos naquilo que queremos evitar. O foco tem muito a ver com aquilo a que dizemos que não. Não tem a ver só com aquela coisa que é, de facto, mais importante para ti. Tem a ver, sobretudo, com a informação a que tu dizes que não, aquelas coisas que são interessantes, mas que não te interessam. Retém este pensamento, coisas que são interessantes, mas que não te interessam. Focarmo-nos naquilo que realmente interessa e deixar o que é só interessante de lado. 

13º princípio é: cooperação. Quando 2 ou mais pessoas se aliam para atingir um objetivo, o seu poder é muito maior. O Napoleon Hill fala desta cooperação que deve ser conseguida a vários níveis. Para mim, até deve ser uma atitude natural perante todos os relacionamentos com que tu te deparas, quer ao nível pessoal, quer ao nível familiar. A cooperação, no universo empresarial, ou universo comercial, implica ver os concorrentes como operadores do mesmo mercado. Por exemplo, na área do coaching: se eu estou a promover coaching, eu não estou a promover coaching só para mim, eu estou a promover a ferramenta e a área do coaching. Portanto, as pessoas vão tender a aceitar esta informação e depois quando chove, acaba por chover em todos os telhados, ou seja, se a pessoa a quem eu falei do coaching inicialmente fizer o fecho de um processo de coaching com um outro concorrente meu, a verdade é que também pode acontecer o inverso. Também pode acontecer que a pessoa conheceu inicialmente o meu concorrente e depois preferiu os meus serviços, o que acontece com alguma frequência.  

Portanto, a cooperação é isto, é não ver as coisas como concorrentes, não ver as outras pessoas como concorrentes. No nosso universo pessoal, tantas vezes competimos pela razão, como se fosse importante quem é que fica com a razão, mas ser feliz é muito mais importante do que ter razão. Esta cooperação também permite algo fantástico que é rodearmo-nos de pessoas que têm habilidades que nós não temos. Então, a cooperação, a geração e criação de equipas permite-nos distribuir as tarefas de uma forma que as pessoas as possam fazer de uma forma mais eficiente. 

Depois, o 14º princípio que é, tão, tão, tão importante, que tantas pessoas se esquecem: aprender a tirar proveito dos fracassos. É absolutamente genial. Lembra-te que a derrota é uma força destruidora apenas quando ela é aceite como um fracasso. Porém, quando aceite como uma lição necessária, a derrota é sempre uma bênção. Muitas vezes pensamos que qualquer coisa que queiramos fazer vai ter sucesso à primeira tentativa, e isso raramente acontece. Temos o exemplo do Thomas Edison, que tentou 10,000 vezes acender uma lâmpada sem sucesso e só depois de 10,000 tentativas é que conseguiu. É preciso também ser-se teimoso, mas sobretudo, aprender a tirar partido dos fracassos. Em cada tentativa, Edison ia aprendendo coisas, ia aprendendo formas de como aquilo não funcionava e tentando de maneira diferente. Foi tentando de maneira diferente e criando maneiras diferentes até conseguir. Então, o fracasso só é um fracasso quando é aceite, portanto, se nós percebermos um fracasso como uma lição, como uma fonte de aprendizagem, de facto temos sempre a ganhar com isso, logo, nunca há nenhum problema em sermos assolados pelo fracasso. 


15º princípio: tolerância. “Ser intolerante apenas com a intolerância.” Isto tem muito a ver com estar aberto a novas ideias, a novas pessoas e compreender a limitação dos outros. Depois, saber também desapegarmo-nos de querer controlar tudo, porque isso simplesmente não é possível. Temos de ter tolerância para que as coisas não corram como gostaríamos que corressem, para que as pessoas não sejam como gostaríamos que elas fossem e para aceitar as outras pessoas e as circunstâncias da vida tal como elas são. “A intolerância acorrenta o homem com os grilhões da ignorância e cobre-lhe os olhos com as vendas do medo e da superstição.” Esta frase do Napoleon Hill serve-nos de orientação e de reflexão.  

Agora, a 16ª regra, a regra de ouro de que o Napoleon Hill fala e com a qual, naturalmente, todos nós vamos concordar é: fazer aos outros aquilo que gostaríamos que fizessem a nós. E esta é uma regra, também, fundamental.  

décima sétima regra, que não vem no livro, mas que o Napoleon Hill refere nas suas entrevistas, é: força de hábito. A força de criarmos rotinas com que nos poderemos guiar. Nós somos animais de hábitos e se desenvolvermos hábitos de sucesso faremos inevitavelmente do sucesso um hábito.  

Para concluir este tema, deixo-te um texto do Napoleon Hill sobre a filosofia do sucesso, que te convido a acompanhar, para refletires.  

“Se pensas que és um derrotado, serás derrotado. Se não pensares «quero a qualquer custo!» não conseguirás nada. Mesmo que queiras vencer, mas pensas que não vais conseguir, a vitória não te sorrirá. Se fizeres as coisas pela metade, serás fracassado. Nós descobrimos neste mundo que o sucesso começa pela intenção e tudo se determina pelo nosso espírito. Se pensas que és um fracassado, tornas-te como tal. Se almejas atingir uma posição mais elevada, deves, antes de obter a vitória, dotares-te da convicção de que conseguirás infalivelmente. A luta pela vida nem sempre é vantajosa aos fortes nem aos espertos. Mais cedo ou mais tarde, quem cativa a vitória é aquele que acredita plenamente:  “EU CONSEGUIREI!” 

Esta foi a minha partilha sobre os 16 princípios do sucesso de Napoleon Hill. Este conhecimento é muito, muito importante e merece uma exploração da tua parte, sobretudo, se quiseres evoluir, para depois poderes partilhar essa evolução.