Perguntaram-me: - E quando é que percebes que é mesmo Paixão o que te move?

Eu respondi: - Quando sentes que, através dela, tudo flui, tudo é natural e ressonante com quem és.

E continuaram: - Mas sempre me disseram que era preciso Lutar por aquilo que queremos!

E eu digo:

Talvez esteja na hora de percebermos que afinal o valor da VIDA não é proporcional ao esforço que lhe dedicamos, mas à capacidade de estarmos recetivos ao que nos acontece.

Quando sentimos A PAIXÃO, sabemos, simplesmente, que ela reflete quem somos. Senti-la e vivê-la é privilégio de quem se permite SER íntegro. Somos íntegros quando respeitamos a nossa Essência, a nossa Verdade. E só a respeitaremos na medida em que lhe dedicamos a nossa vida, num amor-próprio que inevitavelmente abraça o mundo inteiro.